História de um corpo gordo

A dor que um dia aqui reinou Por injurias que esse corpo já presenciou “GORDA, VOCÊ PRECISA EMAGRECER “ E sempre um padrão estão querendo me estabelecer. O templo que meu corpo é buscava amor em outros corpos Pois o amor que mais necessitava Foi desde criança ensinada a ser rejeitada. Uma vida que começouContinuar lendo “História de um corpo gordo”

ENTRE AS DOBRAS. Será que sou uma mulher?

Desabafo sobre o dia 08 de março, “Dia Internacional da mulher” Num olhar desatento. Entre as dobras da minha barriga, as inúmeras estrias, os assados das coxas – que insistem em não se separar… Eu te pareço mulher? Numa pausa mais desconfiada. Para além do que você acredita ser saúde. Sou mais do que aContinuar lendo “ENTRE AS DOBRAS. Será que sou uma mulher?”

MANIFESTA LUTE COMO UMA GORDA

O corpo gordo é excluído, invisibilizado, humilhado, inferiorizado. Na infância, as crianças gordas são ridicularizadas por isso. Há traumas, medos, inseguranças criados a partir dos outros. Pelo julgamento, pelo preconceito. Pela gordofobia. Aquela criança, que até ali não se enxergava diferente das demais, passa a ser “A Gorda”. E tudo dela, a partir de então,Continuar lendo “MANIFESTA LUTE COMO UMA GORDA”

Corpos Femininos Dissidentes: Racismo e Gordofobia na sociedade do ódio imanente.

Corpos femininos dissidentes: Racismo e Gordofobia na sociedade do ódio imanente foi uma palestra que fizemos com a parceria do IMUNE Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso, juntas levantamos uma discussão importante sobre nós mulheres gordas e elas sobre o racismo, já que acreditamos que antes de qualquer assunto, devemos introduzir a discussão sobre o racismo estrutural no Brasil e depois passamos para o próximo tema. O evento aconteceu no Anfiteatro da Geografia no bloco do ICHS Instituto de Ciencias humanas e sociais na Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT e foi potencia total.